Saiba quais são as profissões mais difíceis de conseguir um encontro no Japão

Conseguir um encontro no Japão pode ser uma tarefa difícil, principalmente se o pretendente ao encontro exercer certo tipo de profissão.

Enquanto no Brasil as reclamações mais comuns de casais ou pessoas que marcam encontros é sobre tempo gasto no trabalho, de relações puramente físicas ou envolvendo questões financeiras.

No Japão, esse tipo de reclamação não está associado necessariamente a outra pessoa, mas a profissão que ela exerce.

Esse assunto já foi retratado em programas de televisão japoneses durante as últimas décadas sobre diversos pontos de vista.

O pesadelo das mulheres japonesas

Segundo as mulheres japoneses, alguns tipos de profissionais não são uma opção na hora de escolher alguém para um encontro.

Entre esse seleto grupo, os destaques ficam para os denominados 3B e 5B. 

Durante as duas últimas décadas, os 3B eram considerados indesejáveis para qualquer tipo de relacionamento interpessoal. São eles membros de banda, barmen e biyoshi (cabelereiro ou maquiador).

Por mais que esses tipos de homens possam ser atraentes são extremamente mal falados por flertarem constantemente e terem um ritmo de trabalho irregular.

Nos últimos anos surgiram mais dois tipos para formar o 5B e reformular os antigos 3B, são eles bartenders, biyoshi, baixistas, blogueiro e binbo (garotos quebrados).

De acordo com as japonesas, blogueiros são vistos como instáveis financeiramente. Já os binbo são aqueles que se recusam a trabalhar ou não conseguem organizar a vida financeira.

Outros profissionais não contemplados pelo apreço feminino japonês são os massagistas, bombeiros e instrutores de esporte. A natureza dessas profissões exige uma proximidade com outras pessoas e isso não é apreciado.

Muitas experiências ruins com esses tipos de pessoa entre as rodas de amigas geraram uma imensa má fama entre as japonesas.

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Os maiores medos dos homens japoneses

Diversas revistas masculinas do Japão, como Uomo, Men Gym e até mesmo a GQ também dedicaram páginas em suas revistas semanais as piores profissões femininas.

Embora algumas sejam previsíveis como massagista, hostess e instrutora de esportes, outra profissões chamam atenção pela qualidade.

São elas policiais, advogadas, enfermeiras, cabelereiras e as tradicionais Office Ladies.

Cada uma delas têm uma razão específica. Por exemplo, massagistas, hostess e instrutoras de esporte são basicamente pelas mesmas razões que as japonesas reclamam desses tipos de homens.

Já as enfermeiras são vistas como ocupadas demais, os japoneses alegam que advogadas e policiais não são uma opção por causa dos riscos da profissão.

Porém é possível que eles não se sintam confortáveis na companhia de uma mulher que tem e exerce o poder.

As office ladies são vistas como mulheres desesperadas para conseguir um casamento e se tornar dona de casa.

Além desse grupo, há também as filhas únicas que geralmente estão fadadas a cuidar de seus pais no futuro.

Há também o preconceito com professoras de inglês e as mulheres que trabalham como motoristas ou com entrega.

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