Tecnologia no Japão: todas as konbinis automatizadas até 2025

Konbini é a loja de conveniência do Japão que reúne em um só local inúmeros serviços úteis, além da comida e bebida.

Com uma crise de falta de mão de obra e o envelhecimento da população japonesa, o governo planeja implementar uma tecnologia de rádio frequência (RFID) e automatizar as konbinis.

Essa tecnologia usa um sistema de reconhecimento escaneável diferente dos códigos de barra. Segundo o Ministério da Economia, Comércio e Indústria, foi feito um acordo com cinco grandes empresas.

Seven Eleven, FamilyMart, Lawson, Ministop e News Days. Eles se engajaram em colocar as tags eletrônicas em todos os produtos até 2025.

O que é o RFID

RFID

É um método de identificação automática por sinal de rádio e funciona como um transponder. Elas são dotadas de sinal próprio que responde a uma base.

Portanto, os produtos passam a ser identificáveis automaticamente sem precisar passar pelo scanner habitual do código de barras.

Portanto, essa tecnologia agilizará o atendimento nas konbinis com mais conveniência também.

A medida facilitará também a implementação da cashless society no Japão proposta para 2020 e atenderá aos anseios dos proprietários das konbinis.

De acordo com o Ministério, até 2025 os aproximadamente 100 bilhões de produtos comercializados anualmente nas konbinis estejam prontos para as lojas automatizadas.

Essas lojas automatizadas já existem no Japão, mas ainda não possuem tanta força, pois a sociedade japonesa possui uma cultura muito peculiar quanto ao papel moeda.

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Konbini

A população japonesa depende consideravelmente das lojas de conveniência. Estima-se que existam mais de 55 mil no país e a maioria funciona 24 horas por dia.

Afinal, além de oferecerem desde produtos para saúde a bebidas alcoólicas, como cervejas locais e saque, é possível pagar contas e até mesmo comprar ingressos.

Porém, com os problemas das forças de trabalho no país, isto é, o overwork, o governo japonês está se esforçando para regular as relações trabalhistas e a carga horária dos funcionários.

Essas mudanças nas relações afetaram especialmente o setor varejista do país. Aliás, o governo japonês estuda a possibilidade de não permitir mais o funcionamento 24 horas das lojas de conveninência.

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